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O golfe conseguiu sobreviver e crescer entre as crises da Argentina e esse país figura na elite do esporte mundial com 70 profissionais participando dos principais circuitos americanos, europeus e asiáticos. O país vizinho deve constar na agenda dos interessados no golfe, sejam golfistas, dirigentes, turistas, empresários ou incorporadores imobiliários.
O golfe argentino tem uns 100 mil praticantes com 254 campos, o primeiro deles construído em 1892. Angel Cabrera que figura entre os 10 melhores jogadores profissionais do mundo. Uns 180 campos estão registrados na região metropolitana de Buenos Aires, 80 deles integrantes de condomínios de classe alta e media.
Na capital Argentina existe mais de uma dúzia de driving ranges ou centros de treinamento de golfe. Os mais visitados ficam junto ao Rio de la Plata. Nos fins de semana centenas de pessoas treinam os tiros longos aproveitando os terrenos com mais de 300 metros de cumprimento e os greens que nada devem aos melhores de clubes para a pratica de putt. Todos os centros de treinamento têm bons restaurantes e excelentes vinhos.
Com custo de vida similar ao de São Paulo , em Buenos Aires é muito mais barato jogar golfe. No campo municipal de Palermo o green fee para 18 buracos pode custar o equivalente de R$20 nos dias de semana. É um campo de desenho clássico inglês. O campo da Associação Argentina de Golfe em Villa Adelina, a uns 25 minutos do centro e outra opção muito econômica.
Na região metroplitana de Buenos Aires é destaque o Pilar Golf Club com 27 buracos de excelência. Na região outra recomendação e o San Isidro Golf, sede de tradicionais torneios nos seus 18 buracos e o Olivos Golf Club, com 27 buracos. Jogar no Buenos Aires Golf Club, que foi sede do campeonato mundial de 2000, é inesquecível com seus fairways e greens ondulados e rodeados de muita água. Las Orquídeas é também magnífico.
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