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Argentina Um País Turístico

Destinos onde belezas naturais e tradiçães se dão a mão.

Do calor do trópico até o frio glacial da Antártida, passando por selvas úmidas, desertos rochosos, planícies férteis, montanhas nevadas e costas marinhas, a Argentina possui todos os encantos necessários para satisfazer ao viajante mais exigente.

Quem chega de longe, pode escolher que região é a que lhe oferece melhores alternativas para aquilo que está procurando, sabendo que, um problema pode ser, pretender percorrer as grandes distâncias que as separam, sem avaliar o tempo que leva fazê-lo.

Un legue de atrativos au sul do continente americano

A Argentina ocupa a porção mais austral do continente americano. Seu extenso desenvolvimento de norte a sul permite albergar uma grande variedade de climas e paisagens.

Afastada das rotas coloniais do ouro e a prata, nos atuais México e Peru, recebeu as primeiras afluências de consquitadores espanhóis dos territórios do Alto Perue do Atlântico pelo Rio de la Plata. No entanto, o que oferecia, comparado com aqueles territórios, era muito pouco. O que eles encontraram foram grandes extensões de terra fértil e planaltos com boa irrigação e clima temperado que demonstraram ser ideais para a cria de gado e a semeadura de grãos, sua verdadeira riqueza oculta.

Como tudo começou.

Unas das motivaçoes que levaram às expediçoes espanholas a percorrer o continente foi encontrar caminhos que conectassem os oceanos Atlântico e Pacífico. Foi assim que en 1516 vozes hispânicas chegaram às costas de Rio de la Plata.

Ao não encontrarem o tão desejado passo entre os dois oceanos, o interesse por essas terras baixa e virtualmente desabitadas decaiu. Só a poderosa voz de uma lenda nativa pôde atrair novas expediçoes que foram deixando seus rastros no que seria a Argentina.

Essa lenda falava do Rei Branco en cujas serras abundavam o ouro e a prata.

Embora tal país não existisse, due lugar ao nome do rio de la ”Plata” o ao país ”Argentina”. Depois de uma primeira tentativa fracassada, recém em 1580 nasce como população permanente o porto de Buenos Aires, que lenta, mas incessantemente, passou de ser um casario, uma ”grande aldeia”, pólo de desenvolvimento econômico e poder político da colonização espanhola.

O surgimento de uma nação.

A riqueza do virreinato do Rio de la Plata se fundamentou no gado e a exportação de seus produtos, dando origem à burguesia crioula. Impulsionada por idéis de livre comércio –concretizadas com as potências industrializadas do norte de Europa e Estados Unidos- animaram a independência da coroa espanhola, que sucedeu durante o transcurso da primeira metade do século XIX em grande parte do continente americano.

O processo de formação da nova nação foi turbulento. As idéias contrapostas provocaram uma série de enfrentamentos armados que culminam recém em 1874 com a definitva união nacional.

A partir desse momento se projeta um modelo de país com uma identidade política –econômica que marcou os traços distintivos da Argentina e que a regeram durante muitas décadas: converter-se no maior produtor de alimentos –Argentina, ”celeiro do mundo”- e matérias-primas (cereais, carnes, couros e lã), para exportar ao mundo industrializado.

Para levar a cabo este projeto se impulsionou a chegada de inmigrantes, que vieram principalmente de Itália e Espanha, dando a marcar um país cosmopolita.

Um país em processo de transformação.

Só depois das duas guerras mundiais se começou a ver que a Argentina possuía outros recursos que lhe abriam novas possibilidades econômicas: petróleo, carvão, ferro e algumas incipientes indústrias começaram a destacar-se.

Os enfrentamentos entre as classes mèdias em ascensâo e a tradicional classe de fazendeiros provacaram a instabilidade nas seguintes décadas marcadas pela sucessão de golpes e governos militares até que em 1982, a Argentina voltou para o atalho da democracia ininterrupta.

Décadas de instabilidade institucional e um conseqüente modelo econõmico trouxeram um alto endividamento que freia o crescimento do país, que se encontra em negociaçôes com os organismos de empréstimo para sair do ”default” decladado no ano 2002.

Enquanto isso a produção do agro, o petróleo e os serviços se converteram no arrimo do desenvolvimento econômico dos últimos dois anos que ajuda a sustentas a esperança de uma recuperação acorde ao rico potencial humano e material do país.

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